
Viajar para outro país ainda na adolescência,
conhecer novas culturas e conviver com pessoas de diferentes partes do mundo.
Essa é a experiência proporcionada pelos programas de intercâmbio do Lions Clube,
que já transformaram a trajetória de jovens da região.
Um desses exemplos é o de Raquel Toaldo Baretta, que
realizou um intercâmbio para a Nova Zelândia entre o final de 2019 e o início
de 2020. Na época, com 17 anos e concluindo o Ensino Médio, ela optou pela
experiência internacional em vez da tradicional festa de formatura.
Incentivada pela família, que participa do Lions
Clube, Raquel conheceu o programa da instituição e embarcou para a Nova
Zelândia durante as festas de fim de ano.
Nos primeiros dez dias, participou de um acampamento
internacional com jovens de países como Filipinas, Japão, Malásia e Itália,
além de outros brasileiros. A programação incluiu contato com a cultura maori,
visitas a locais históricos e ações comunitárias e ambientais, como atividades
de reflorestamento.
Depois, Raquel foi recebida por uma família anfitriã
ligada ao Lions Clube. Durante a estadia, conheceu diferentes regiões do país e
também visitou Hobbiton, cenário utilizado nas gravações de O Senhor dos Anéis
e O Hobbit.
Para ela, a experiência foi transformadora e ganhou
ainda um significado especial: cerca de uma semana após o fim de sua viagem, a
Nova Zelândia fechou as fronteiras em razão da pandemia de Covid-19.
“Foi a melhor coisa que poderia ter acontecido”,
relata Raquel sobre a experiência.
Experiência que fica para a vida
Outro participante do programa foi Ari Matté, que
realizou o intercâmbio para os Estados Unidos em 2008. Ela passou três semanas
com uma família americana, em Iowa, e depois participou de um acampamento
internacional.
Ari destaca que, além de conhecer uma nova cultura,
teve a oportunidade de fazer amizades com jovens de diferentes países.
“Foi uma experiência incrível e muito diferente
viajar, ainda mais sendo adolescente. É uma experiência que levei para a vida
inteira e vou guardar para sempre”, conta.
Para Ari, o programa representa uma oportunidade que
vale a pena ser aproveitada pelos jovens.
“Quem puder participar, por favor, participe, porque
vocês não vão se arrepender.”